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Festa em Maralto

Vemveromar vai caminhando devagarinho, dirás tu que, de vez em quando, metes o pé na água ou dás um mergulho debaixo da primeira onda que rebenta na praia. Hoje soou a "ronca" a convocar os jovens para uma Festa em Maralto que se realizará nos dias 11 e 12 de setembro, na Casa de Saúde da Idanha (Queluz). Vamos ser muitos, e a festa nao terá intervalos. Para além das surpresas que só se descobrem na hora, haverá "6 rotas de navegaçao", um "cruzeiro intermares" e um "concerto na margem". Tudo se traduz em descobertas em pequenos grupos que se deslocam em barcos a remos, experiência de mergulho divino, testemunhos de viagens vocacionais... e os "terceira margem" a animar a noite. Que esperas para te inscreveres? Vê http://www.juventudehospitaleira.org/



Põe-te a caminho tu também!

Passeio marítimo

É verdade! O “passeio marítimo” «mulheres como Deus manda» está a entusiasmar os jovens, sobre tudo «elas». Vê se te encaixas neste caminho de discernimento e arrisca. Não é para qualquer um; é para jovens que querem: reconhecer a sua própria identidade; desenvolver as capacidades humanas; aprender a ser discípulas de Jesus; descobrir a própria vocação. O objectivo é «descobrir as qualidades e capacidades femininas manifestadas em mulheres que, ultrapassando a sua situação de debilidade, marginalização e menoridade social e religiosa, se transformaram em paradigmas para a vida, vocação e felicidade das mulheres de todos os tempos». Não percas tempo, que a viagem já vai começar. Marca o teu lugar através de maralto07@gmail.com

Praias sem Mar!

Parece contraditório, não é? Mas é verdade: Há praias sem mar!
Conheces alguma? Que te sugere esta afirmação? Comenta. Participa.

festa do coração

Amanhã, a Igreja celebra a festa do Coração de Jesus. Como pode haver uma festa do coração mesmo que, desta vez, seja do de Jesus? Pois é. A Igreja não encontrou forma melhor de expressar o amor tão grande do nosso Deus, criou a Festa do Coração de Jesus para nos estimular a ver Deus como CORAÇÃO. S. Bento Menni dizia que o coração de Jesus é refúgio, lugar de encontro e de descanso, espaço onde nos podemos sentir livres e curados, porque Jesus é «médico, medicina, bálsamo e remédio». E dizia às Irmãs Hospitaleiras: Se quiserdes encontrar-me, sabei que estou no coração de Jesus. Que te sugere esta Festa? Queres marcar encontro comigo nesse mesmo “hospital”?

Caravela da boa esperança

Chegaram as eleições para o parlamento europeu. Passaram. E tenho receio que tudo continue como antes. Nós, o povo, mostramos claramente que a nossa esperança está doente. A abstenção elevada significa que a gente pouco acredita nos políticos, quase nada espera daqueles que nos governam. Eles perderam a credibilidade, e nós perdemos a esperança. Navegamos num mar onde a “caravela da boa esperança” perdeu o rumo. É preciso acreditar! É preciso fazer a nossa parte para ressuscitar a esperança! Os cristãos são uma raça de esperançados; gente que tem os olhos postos em horizontes longínquos, mas possíveis; pessoas que acreditam no futuro, mas sabem que ele tem de ser construído por todos nós. Entra na caravela da boa esperança, e vamos juntos para maralto, que as surpresas ali são muito agradáveis.

Mulher- Mar . Mulher-Mãe


Há uns anos, quando eu entrava na estação de metro do Colosseo, em Roma, um homem aproximou-se com simpatia e ofereceu-me um ramo de mimosa, a flor que os homens oferecem às “suas” mulheres, no dia 8 de Março, dizendo com simpatia: «Parabéns!». Eu respondi, com certa timidez: «obrigada!». De facto nem eu era a “sua” mulher, nem esperava aquele gesto instantâneo! Por dentro, fiquei contente! Parecia uma menina com sapatos novos, no Dia Internacional da Mulher.
Este Dia foi decretado em 1975 pelas Nações Unidas. Está à vista! Para haver um dia internacional dedicado às mulheres é porque, embora na maioria dos países já não exista qualquer diferença na lei em relação aos sexos, na prática ainda se constacta injustiça social, desigualdade de oportunidades, marginalização e submissão das mesmas ao poder masculino.
Nós, as MULHERES, devíamos escrever o nosso nome sempre com letras maiúsculas. Não precisamos que nos digam que no universo da criação, somos a «obra prima» do criador.
Nós, as MULHERES, somos como o mar: grandes e fortes, belas e complexas, medonhas e profundas, serenas e tempestuosas, azuis, verdes, esbranquiçadas ou cinzentas, porque somos capazes de dar ritmo e cor à vida, sonho e realidade à história, força e energia ao amor.
Nós, as MULHERES, somos como a mãe: um coração grande e sem fronteiras onde as ondas batem desfazendo as margens; somos capazes de conceber e criar no seio a vida nova que dormirá nos nossos braços; estamos treinadas para dar ao mundo o futuro dos homens, pequeninos em nosso regaço.
Nós, as MULHERES, somos por natureza o ícone do acolhimento, da entrega, do serviço, da alegria, da felicidade. Somos uma praia onde desaguam tantas mágoas, onde se geram tantos ideais, onde se curam tantas feridas, onde se constroem tantas vidas, onde…
Mulheres! Levantemos a cabeça, fortaleçamos os nossos pés, abramos os braços e corramos! O nosso horizonte é o infinito, uma cidade que fica para além das nuvens, onde a visão se torna transparente, as energias se galvanizam e a graça de ser mulher se multiplica.
Se quiseres embarcar nesta viagem, contacta-me. Ainda há bilhetes a preço de «gente normal».

Onda de Solidariedade

«Epilepsia.Zero» é o nome de um projecto de solidariedade que os Voluntários da Casa de Saúde da Idanha estão a desenvolver ao longo de 2009. Trata-se de angariar fundos para comprar medicamentos que permitam à comunidade de Irmãs Hospitaleiras do Sagrado Coração de Jesus, em missão na cidade de Lubango (Huila – Angola), tratar especialmente crianças e jovens que sofrem desse mal.
A epilepsia provoca incompreensão e medo nas famílias que, em muitos casos, escondem e maltratam os próprios filhos, também por causa das tradições ancestrais que relacionam a doença com o poder dos espíritos maléficos.
As Irmãs Hospitaleiras trabalham com dedicação em favor dos doentes e famílias em extrema situação de pobreza, mas não têm recursos económicos para fazer face às necessidades. Com a colaboração neste projecto, tu podes facilitar a educação para a saúde mental e fazer com que as crianças e os jovens sejam respeitados e tenham acesso à escolaridade e a um futuro melhor.
Algumas pessoas individuais e empresas já fizeram a sua parte, mesmo em tempo de crise. Migalhas também são pão. Estamos gratos à Fundação Caloustre Gulbenkian que também pôs a sua assinatura neste projecto. A todos «muito obrigada» em nome das pessoas doentes e daquelas que os tratam.
Já se realizou uma «quermesse solidária», andam a circular «rifas da saúde» e está para ser sorteado o grande prémio de uma viagem, com estadia de fim de semana, na Madeira oferecida pela «Fátima Caminhos - Viagens Lda.».
Novas iniciativas estão em realização, porque a necessidade de medicamentos é diária. Tu também podes oferecer alguns €omprimidos. Contacta este mail.

Mil marés


Chegar aos 1000 tem alguma graça, ou promete desgraça. Uns temem que o mundo vá acabar e fazem ‘coisas do arco da velha’, por causa do medo e até profetizam: «a mil chegarás, de mil não passarás»; outros ficam contentes e até celebram com os amigos porque se tornaram milionários; alguns escrevem um livro para reunir os mil artigos publicados, e levam-nos ao engano a pagar o que já tínhamos lido nos jornais, etc., etc. até aos mil.
Em maralto acabámos de sentir o embate da maré número mil. E isto porque só começámos a contar a partir de 8 de dezembro… Parabéns aos navegantes, com menção de honra para os que deixaram os seus comentários às vagas e ondulações que foram aparecendo. E aos que ainda não tiveram coragem de entrar na onda, animem-se, não percam tempo, não tenham medo de arriscar, porque o murmúrio das águas traz segredos de corações enamorados.
Pela alegria de chegar aos mil, Maralto vai oferecer um novo semblante, mais jovem, mais provocador. E tu és convidado especial para a festa que se realiza, dia a dia, no barco da vida, no cruzeiro da tua história. Entra a bordo! É grátis, porque não há dinheiro que pague a alegria de navegar juntos, porque é impossível comprar o que recebemos de Deus como presente.

Em cima da prancha

Sentada nas dunas de areia, abandono a alma à contemplação do mar, que vai e vem incansavelmente, como se a sua missão fosse mesmo essa: ir e vir, beijar a areia e sacudir os golfinhos, abraçar as rochas e alimentar a multidão que acolhe no ventre. Absorta no azul matizado de espuma prateada, com a miragem perdida no horizonte inalcançável, não me apercebi do bulício da praia. Quando baixei o olhar, vi uma dúzia de jovens em cima da prancha: correndo, voando, dando reviravoltas inesperadas, perdendo o controle das ondas, e alguns dominando com vigor os movimentos do surf, do qual são alunos dedicados. E fiquei ali a pensar nos jovens, a inventar sonhos, a rever rostos, a contar histórias, a desdobrar experiências, a recordar segredos… do mundo dos jovens, dos jovens do nosso mundo! E ouvi que as pranchas diziam às ondas acerca deles: estes querem paz, justiça, verdade; precisam de afecto, amigos, família; esperam aprender, realizar, colaborar; buscam sentido, valor, futuro; desejam acolher, respeitar, servir; anseiam pela luz, a bússola, o farol; precisam do mar, da terra, de Deus! E as ondas responderam: Estes podem desenhar na história caminhos de solidariedade e paz, de hospitalidade e amor; podem deixar pegadas de justiça e verdade, de humanização e fé. Se eles quiserem! Parabéns aos jovens surfistas que cavalgam agora na 3ª onda.

Maremoto

Vocês haviam de ver! Nesta Casa da Idanha há uma grande revolução! Há muito que este oceano de bem-fazer esperava uma casa nova. É que esta tem mais de cem anos! Bendito seja o dono do céu e do mar, das nuvens e das águas, do azul e do verde transparente das ondas! E que bonita! Quantos esforços e sacrifícios para chegar até aqui!
Estes dias, porém, parece ter acontecido nesta «cidade da saúde» um maremoto. As mudanças são uma bênção e um sofrimento. Os barcos andam constantemente em travessia. Os barqueiros não têm mãos a medir. Os passantes cantam, riem, estão felizes… e alguns, oh Deus! deixam-se apanhar pela ansiedade do novo e diferente. Mas a festa do mar é para valer. Os habitantes deste mar, aqueles a quem a praia e a cidade desconhecem ou até recusam, vão poder agora ter um espaço mais digno, um serviço mais personalizado, uma atenção humana e técnica facilitada. Feliz maremoto! Bem aventurada tempestade! Parabéns a quem acredita no Amor que faz nascer as grandes obras.

Hora de zarpar

É claro! Isso de continuar na vida ancorados a certezas murchas, a seguranças que morreram antes de nascer, não tem futuro nenhum. Para muitos acabou o tempo de férias e já se ouve tocar a campainha das salas de aulas, ou chegou o momento de “marcar o ponto” para a entrada no trabalho. É também a hora de perguntar ao Farol como se chega a Alto Mar. A escola de discernimento vocacional Maralto – já soltou amarras: neste mês de Setembro apresenta uma proposta de «campeonato de surf» com sabor a maresia – 9 ONDAS – para os jovens que queiram reflectir, pensar, sonhar, formar, discernir, partilhar… sobre a própria vida e os ideais. É um itinerário de 9 meses que terminam em Julho 2009 com a «Festa do Encontro». Se quiseres mais informações escreve a maralto07@gmail.com. Não chegues atrasado para esta viagem. O capitão ao leme é «Aquele a quem os ventos e os mares obedecem».

O mergulho da fé

Paulo era um sábio das Escrituras e um fiel defensor da fé do Antigo Testamento, mas no caminho de Damasco, quando a voz de Cristo Ressuscitado lhe falou, percebeu que os seus olhos estavam cobertos de escamas, estavam cegos para a verdadeira vocação a que Deus o chamava. Ele conhecia a história de Jesus, sabia o que Ele tinha dito e feito, conhecia os seus discípulos e gente que tinha acolhido a sua mensagem, mas vivia montado no seu saber, fiado das suas próprias forças, convencido da sua sabedoria humana, impenetrável à luz da verdade.
Depois de ter ouvido a voz de Jesus, foi para Damasco, onde foi acolhido e baptizado por Ananias; recuperou as forças e discerniu a sua vocação. Foi ali que ele deu o mergulho da fé: acreditou, aderiu no fundo do coração a Cristo, virou a sua vida do avesso começando a anunciar a sua pessoa e a sua doutrina por todo o lado. Proclamava com toda a energia que «Jesus é o Senhor», e propunha com tanto entusiasmo o que antes combatia, que era difícil acreditar nele, e começaram logo a persegui-lo. Mas não houve forma de o calar. «Ai de mim, se não anunciar Jesus Cristo!», dizia.
O caminho de Damasco é para os cristãos o símbolo do encontro com Deus, com Jesus ressuscitado. O encontro leva à descoberta da vocação e da missão; esta descoberta provoca à conversão (mudar de direcção); a conversão é o mergulho da fé que permite dizer: «pela graça de Deus, sou o que sou, e a graça que me foi dada, não foi estéril» (1Cor 15,10).

Na crista da Onda

S. Paulo descobriu a sua vocação e missão a ser apóstolo de Jesus Cristo, construtor e animador de comunidades cristãs, a caminho de Damasco. Nas muitas cartas que escreveu, e que hoje lemos como Palavra de Deus, não se refere directamente a tão importante acontecimento, certamente porque este tinha sido suficientemente divulgado por S. Lucas, seu discípulo fiel, no livro dos Actos dos Apóstolos.
Este grande doutor da Lei e teólogo do seu tempo, ao ser enviado a evangelizar os «pagãos», os não israelitas, viu-se envolvido por ambientes culturais, filosóficos e religiosos diferentes. No meio de leis, exigências, mandamentos, expressões de fé diferentes, Paulo entendeu perfeitamente o essencial da opção cristã: ia a caminho de Damasco, com poderes para perseguir e mandar matar os cristãos quando, subitamente uma luz o envolveu e o prostrou por terra, a ele que, como bom surfista, sempre tinha corrido na crista da onda. Uma voz o interrogou: «Saulo, porque me persegues?» Ele perguntou: «Quem és tu, Senhor?» A voz respondeu: «Eu sou Jesus, a quem tu persegues. Ergue-te, entra na cidade e dir-te-ão o que deves fazer» (Act 9,4-6). Os seus companheiros de viagem também ouviram a voz, mas não entenderam a mensagem do Ressuscitado. Paulo mudou de onda. Fez o «caminho de Damasco».
Eu e tu também podemos fazer o mesmo caminho. E juntos podemos perceber melhor por onde caminhar. Se queres fazer a experiência de caminhos juntos avisa para maralto07@gmail.com

Uma torrente de emoções

Os jovens que o digam! São aos grupos nas Casas Hospitaleiras a encontrarem-se com uma realidade nova e diferente, a das pessoas com deficiência ou com doença mental. Os Campos de Férias, os Fins de Semana Hospitaleiros, os Dias Hospitaleiros e outras visitas às Casas de Saúde têm sido uma oportunidade que os jovens aproveitam e que produzem uma torrente de emoções que nunca mais se esquecem.
Olhem só para as expressões de alegria e gratificação de um grupo que esteve estes dias na Clínica Psiquiátrica de S. José. A descoberta da diferença, a experiência de acolher com simpatia e respeito as pessoas doentes, os pequenos gestos de serviço, a amizade que se cria no grupo, os momentos de formação e reflexão… por tudo isto e mais, vale a pena!
Tu que me lês, se conheceres algum jovem interessado, convida-o a inscrever-se em algum dos Campos de Férias seguintes:

Julho: 15-23 - Madeira; 17-25 - Barcelos.
Agosto: 4-12 - Idanha; 4 - 14 - Condeixa; 6-13 - Madeira; 15-23 - Braga.
Hospitalidad Põe t’andar (Pelas Casas Hospitaleiras) 25-31 de Agosto.
Inscreve-te para: sede@juventudehospitaleira.org

Um farol luminoso


Ao inaugurar o «ano Paulino» convém perguntar: quem foi este homem que devia ser de baixa estatura física, sem grandes qualidades oratórias, que esteve várias vezes na prisão e em perigo de morte, foi cinco vezes chicoteado com as 39 chicotadas, 3 vezes foi açoitado, 1 vez apedrejado, sofreu 3 naufrágios, padeceu fome e sede, frio e nudez, foi caluniado, perseguido e, por último, morto à espada? Paulo vem de uma cultura minoritária, a judaica, cujas crenças e estilo de vida eram ridicularizados e combatidos por uns e recolhiam simpatia de outros. Este apóstolo e pregador itinerante tinha familiaridade com a cultura greco-romana, falava aramaico e grego. Alguém o definiu como «homem de três culturas», pela sua origem judaica, língua grega e identidade de cidadão romano. Mas o mais importante é que foi uma testemunha irradiante de Jesus Cristo. Após a descoberta da sua vocação no caminho de Damasco, Paulo transformou-se num farol luminoso para a Igreja cristã. Ao longo deste ano, os cristãos somos desafiados a caminhar com S. Paulo para aprender dele quem é Cristo e qual o caminho que nos conduz a Ele.
Se quiseres, no lugar dos comentários, faz alguma pergunta sobre S. Paulo e a sua mensagem.

Maremoto


A propósito do XPTO dissemos em Maralto que amanhã, 29 de Junho, começa o «Ano Paulino». Paulo (em grego) ou Saúl (em hebraico) foi tão importante na vida da Igreja nascente que para falar dele nem era preciso dizer o seu nome, bastava dizer «o apóstolo». Juntou à sua «dupla nacionalidade» a «dupla identidade». Nascido judeu nos primeiros anos da era cristã em Tarso, tornou-se um homem culto no grego, na retórica, no conhecimento da Lei e no trabalho com as próprias mãos. Fez-se cidadão romano, nacionalidade que lhe permitiu na última etapa da sua vida apelar para ser julgado em tribunal por César, por causa da sua acção evangelizadora.
Para conhecer S. Paulo é preciso contemplar o grande «maremoto» que aconteceu na sua vida e que o fez passar de perseguidor dos cristãos ao maior arauto da Palavra e da Pessoa de Jesus Cristo.
No livro da Bíblia, Actos dos Apóstolos, capítulo 22, versículos 3 a 21, Paulo narra o acontecimento da descoberta da sua vocação e missão, conta o que lhe aconteceu e como foi transformado em apóstolo do Evangelho. Uma coisa é certa: a consciência de ser amado por Deus e de ser chamado para o serviço do Evangelho gerou nela uma energia vital que o fez dizer: «Ai de mim, se não evangelizar!» Não deixes de ler esta semana, o referido texto dos Actos os Apóstolos.

Um mar de jovens

24 XPTO – é o título do programa que pretende reunir um mar de jovens da diocese de Lisboa, no fim de semana de 28 e 29 de Junho. 24 horas com Cristo a preparar o coração para iniciar o «Ano Paulino» e participar na ordenação sacerdotal de alguns jovens da nossa diocese. A vigília começa no dia 28 na Sé, com o Sr. Cardeal Patriarca, e termina no dia 29 com a celebração das ordenações, às 16.00h nos Jerónimos. Na manhã do dia 29, o programa faz-se «Pelas ruas de Lisboa – viagens missionárias». É a imaginação do percurso de vida do Apóstolo Paulo. Entre essas viagens, existe a «viagem do cativeiro».
Estás mesmo a adivinhar, não? Trata-se de ir a pessoas e lugares onde o sofrimento, a dor, a marginalização continua hoje a constranger a pessoa. O encontro será surpreendente e enriquecedor. Quem se aponta?

Podes ver www.24xpto.net

Vem ver o mar




O ano passado convidaram-me para colaborar na revista HOSPITALIDADE numa secção com o título «parablogar». Escrever «a quatro mãos» foi uma experiência interessante, tanto mais que as mãos do irmão Augusto estavam algures no Brasil, e as minhas vagueavam por muitos sítios, entre Portugal e arredores. De vez em quando lá nos encontrávamos virtualmente numa mesa de café a conversar sobre «coisas e loisas», segundo o tema da revista impunha. Até foi giro experimentar como se amassa a amizade com a saudade, e ver o pão cozido com o fermento de ambas, em forma de alimento sem mesmo saber para quem.
Recordando o nosso «parablogar», aqui está o blog maralto que, como o seu nome de baptismo indica, promete falar muito de água e de barcos, de velas e de remos, de bússola e de leme, de cruzeiros e de pesca, e de muitas coisas desse mesmo dicionário
De certeza que também haverá conversas sobre água de poços, de rios e de fontes; água fresca, água quente, água viva e água aos trambolhões. Cascatas, nascentes, afluentes e todos os seus parentes serão assunto deste espaço azul.
Não percas o contacto. Entra nesta família que decidiu remar sem descanso através dos mares «nunca antes navegados», à procura da água melhor!