Maio


Um post em Maio, só podia ser assim!
Que te parece?
Quanto a mim, ver por segunda vez é fundamental!

"O rosário é como o búzio marinho que capta em si o eco de todo o canto do mar. Nunca nos cansamos de ouvi-lo, quando o colocamos nos nossos ouvidos” (D. Óscar Andrés Rodriguez Maradiaga, presidente da Cáritas Internacional)

Vá não percas tempo, dá o teu eco!

CINQUENTA!

(encontramo-nos na próxima onda!)

Confiarei


... confiarei, nessa voz que não se impõe...

... bem cá dentro, no silêncio a segredar...

é assim, o meu Pastor!

(encontramo-nos na próxima onda!)

mergulho no Pai

Pegadas perdidas

De quem serão estas pegadas?
Para onde se dirigem?
Que encontram pelo caminho?
Que deixam no seu rasto?
Peregrinos do deserto,
cujo vento apaga os suas marcas...
Caminhantes de praias em maré baixa
cujas ondas apagarão para sempre os seus passos...
Peregrimos... tu e eu...
que é feito das nossas pegadas?

Vocação: sim ou não

Esta semana, de 26 a 3 de maio, é chamada a «semana de oração pelas vocações». Há uns dias atrás disseram-me num grupo de jovens: «afinal, que significa isso de vocação? Ser sacerdote é coisa que não dá prestígio nenhum, e ser freira parece coisa "da idade média"! Se essas vidas fossem boas, muita gente as escolheria. Mas, pelo que se vê, esses caminhos estão desertos. Por aí é perigoso meter-se!». E no entanto, continuo a pensar que tu tens vocação, és chamado a fazer da tua existência um projecto de serviço aos outros.
A vocação é como uma cruz: tem uma trave vertical que vem de Deus e desce até ao teu coração; uma voz que diz, segreda, solicita, sugere e espera a resposta que vai de ti para Deus. Tem uma trave horizontal que vem dos outros para ti e de ti para os outros; eles pedem, clamam, gritam, gemem por auxílio; tu que respondes pondo-te em acção.
Este movimento «cruzado» é o que dá pleno sentido à vida humana. E isto tem que acontecer em qualquer estilo ou vocação que se viva.
Tu que dizes: vocação - sim ou não?
Escuta a voz interior dentro de ti, escuta o mundo, e... responde.

24 de Abril


"Quando examinamos a nossa vida,
os benefícios inumeráveis que recebemos
e quão frágeis somos,
não resta outra coisa senão
reconhecer a bondade de Deus
e que somente a sua infinita clemência
e misericórdia são o fundamento de
toda a nossa esperança e alegria!"

S. Bento Menni

Um vulcão indomável


Eu vi-o, desbordava torrentes de lava incandescente, carradas de fogo que ninguém podia apagar… e o mar engolia tudo como um poço sem fundo! Que força! Que dinamismo! Que visão impressionante aquela, pela beleza da imagem, pela grandeza que brotava do seu interior, pela resistência que fazia a todos os gritos de «pára, pára, sossega… por amor de Deus!»
E a cascata de fogo seguia o seu caminho sem intervalos, corria como quem tem uma missão urgente a realizar, como quem responde a um grito veemente de auxílio no auge do perigo, como quem sabe perfeitamente o caminho do seu destino.
A ressurreição de Jesus, o Cristo, é como este o vulcão indomável: luz inconfundível para alumiar o meu, o teu, o caminho de toda a humanidade; força e dinamismo que atrai discípulos para os enviar ao mundo que grita por sentido, valor, esperança; energia vital que produz perseverança e compromisso no coração de quem se encontra com Ele.
Cristo ressuscitado é a certeza de que, desde agora, a vida-VIDA é possível.
Não sonhes com a Vida, acolhe-a: Jesus ressuscitado aí está oferecendo Vida gratuitamente. Espreita a porta do sepulcro… verás que está vazio. Ressuscitando, Jesus matou a morte. Tu, eu, todo aquele que se encontrar com Ele, também podemos destruir o mal em nós e à nossa volta para viver ressuscitados. FELIZ PÁSCOA!
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Quaresma (III)

Hmmmm... semana santa, e tenho estado a guardar para mim os post-it que prometi partilhar!


Desta forma, hoje coloco aqui o que tenho colado na Bíblia:

e o do remo direito:



(encontramo-nos na próxima onda)

Quaresma (II)

Pois é, de acordo com o prometido, aqui vai mais um dos post-it que tenho cá na canoa.

(este é o que está colado ao despertador)

(encontramo-nos na próxima onda)

Viver a Quaresma

Há que molhar-se!

Atreves-te?

(encontramo-nos na próxima onda)

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faz parte

Pois, faz parte, como diz a Mafalda Veiga?

Ou não?


E de ti, o que faz parte?

Obrigada, Diogo, por partilhares este vídeo connosco!

E a ti, que viste e escutaste, convidamos-te a comentar, vá lá, dá o teu "eco do mar"

Faz parte, não?

(encontramo-nos na próxima onda)

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Quaresma

Na Quaresma, assumimos determinados compromissos que nos parecem ajudar a caminhar um pouquinho mais para Deus.

Eu coloquei-os em post-it's e deixei-os em sítios estratégicos aqui por casa, (no quarto, no computador, naquele livro...) para ir lendo, ao longo do dia, alguns dos propósitos que fiz.

Hoje pareceu-me boa ideia partilhá-los contigo, por isso aqui coloco um dos meus post-it.

Noutros dias, colocarei os restantes.

Partilha também como vem sendo a tua vivência da Quaresma, este ano!

Vá, não percas tempo, põe-te a escrever!



(encontramo-nos na próxima onda)
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Mulher- Mar . Mulher-Mãe


Há uns anos, quando eu entrava na estação de metro do Colosseo, em Roma, um homem aproximou-se com simpatia e ofereceu-me um ramo de mimosa, a flor que os homens oferecem às “suas” mulheres, no dia 8 de Março, dizendo com simpatia: «Parabéns!». Eu respondi, com certa timidez: «obrigada!». De facto nem eu era a “sua” mulher, nem esperava aquele gesto instantâneo! Por dentro, fiquei contente! Parecia uma menina com sapatos novos, no Dia Internacional da Mulher.
Este Dia foi decretado em 1975 pelas Nações Unidas. Está à vista! Para haver um dia internacional dedicado às mulheres é porque, embora na maioria dos países já não exista qualquer diferença na lei em relação aos sexos, na prática ainda se constacta injustiça social, desigualdade de oportunidades, marginalização e submissão das mesmas ao poder masculino.
Nós, as MULHERES, devíamos escrever o nosso nome sempre com letras maiúsculas. Não precisamos que nos digam que no universo da criação, somos a «obra prima» do criador.
Nós, as MULHERES, somos como o mar: grandes e fortes, belas e complexas, medonhas e profundas, serenas e tempestuosas, azuis, verdes, esbranquiçadas ou cinzentas, porque somos capazes de dar ritmo e cor à vida, sonho e realidade à história, força e energia ao amor.
Nós, as MULHERES, somos como a mãe: um coração grande e sem fronteiras onde as ondas batem desfazendo as margens; somos capazes de conceber e criar no seio a vida nova que dormirá nos nossos braços; estamos treinadas para dar ao mundo o futuro dos homens, pequeninos em nosso regaço.
Nós, as MULHERES, somos por natureza o ícone do acolhimento, da entrega, do serviço, da alegria, da felicidade. Somos uma praia onde desaguam tantas mágoas, onde se geram tantos ideais, onde se curam tantas feridas, onde se constroem tantas vidas, onde…
Mulheres! Levantemos a cabeça, fortaleçamos os nossos pés, abramos os braços e corramos! O nosso horizonte é o infinito, uma cidade que fica para além das nuvens, onde a visão se torna transparente, as energias se galvanizam e a graça de ser mulher se multiplica.
Se quiseres embarcar nesta viagem, contacta-me. Ainda há bilhetes a preço de «gente normal».